DGArtes apoia 115 projetos de internacionalização artística com 1,035 milhões de euros
41 de fora por falta de verba
A Direção-Geral das Artes (DGArtes) aprovou 115 projetos artísticos portugueses para circulação internacional em 58 países, com um financiamento total de 1,035 milhões de euros, tendo ficado 41 candidaturas sem apoio por esgotamento da verba disponível.
As entidades candidatas foram notificadas na segunda-feira, 25 de agosto de 2026, da decisão final, informa a agência LUSA.
Os projetos apoiados decorrem entre 1 de setembro de 2026 e 28 de fevereiro de 2028 e abrangem os cinco continentes. Dos 51 projetos não apoiados, 41 foram excluídos por esgotamento do montante global disponível, 10 por não terem atingido 60% da pontuação mínima nos critérios de apreciação, um por não serem permitidos apoios cumulativos e houve ainda uma desistência.
O Brasil é o país com maior número de projetos apoiados (49), seguido de Espanha (29), Alemanha (12), Itália (11), Argentina (10), Países Baixos (9), França (8), Estados Unidos e Áustria (7 cada), e Suíça e Bélgica (6 cada). Os projetos chegam ainda a Angola, Austrália, China, Japão, Moçambique, Timor-Leste e Vietname, entre outros.
A música concentra o maior número de projetos (46), com 381.825 euros atribuídos, seguida do teatro com 26 projetos (258.560 euros) e da dança com 18 projetos (150.225 euros). As artes plásticas receberam 74.788 euros para nove projetos, o cruzamento disciplinar 86.905 euros para oito, e a fotografia, o circo, os novos media, a arquitetura e a ópera dividem os restantes apoios.
Entre os projetos abrangidos estão a ópera de câmara “Não há Machado que Corte“, da AREPO, o Festival Fado Brasil, da Everything is New, digressões dos Danças Ocultas pelo Canadá, da Orquestra Filarmónica Portuguesa, de Ana Lua Caiano e dos Quartetos de Cordas de Matosinhos e de Guimarães.
com LUSA